imagem de topo Imprimir a Página Fechar a Página LEADER dgadr
     
Grupos de Acção Local    
     
ADER-AL - Associação para o Desenvolvimento em Espaço Rural do Norte Alentejo

Endereço: Parque de Leilões de Gado de Portalegre, EN 246 - Apartado 181 - 7301-901 PORTALEGRE

Telefone: 245 366 723

Fax: 245 366 680

E-mailader.al@mail.telepac.pt

Internet: www.ader-al.pt

Contactos: Coordenador da Equipa Técnica: Francisco Sampaio Soares

Parceria

Territórios - Concelhos e Freguesias

Zona de Intervenção

Plano de Desenvolvimento (Texto Integral)

Plano Financeiro

Regulamento Interno

 

PARCERIA - Entidades colectivas, públicas, privadas e individuais

 

Nome da entidade

Sector de Actividade

Nº. de Associados
Adega Cooperativa de Portalegre
Privada - 15931
518
APAFNA - Agrupamento de Produtores Agrícolas e Florestais do Norte Alentejano Privada - 15320 13
ARANA - Associação de Artesãos do Norte Alentejano Privada - 91333 36
Associação Comercial de Portalegre Privada - 91110 515
AZCT/NA - Associação das Zonas de Caça Turística do Norte Alentejano Privada - 91333 8
Associação de Criadores do Bovino da Raça Alentejana Privada - 935100 125
Centro Hípico de Portalegre Privada - 92620 29
IPP - Instituto Politécnico de Portalegre Administração Regional  
Associação de Beneficiários do Caia Privada - 01410 120
Parque Natural da Serra de S. Mamede Administração Central  
APE/NA - Associação de Profissionais de Educação do Norte Alentejano Privada - 91333 165
Associação Sete Montes de São Julião Privada - 91333 240
Câmara Municipal de Elvas Administração Local  
Câmara Municipal de Crato Administração Local  
Câmara Municipal de Marvão Administração Local  
Região de Turismo do Norte Alentejano Administração Regional 29
AADP-Associação dos Agricultores do Distrito de Portalegre Privada - 91333 3.350
Natur-Al-Carnes - Agrupamento de Produtores Pecuários do Norte Alentejano Privada - 15130 443
Aristides Pires Chinita Agricultura  
Carlos Manuel Costa Pinto Gomes Crespo Agricultura  
Filipe Rosa Parreira Ramalho Agricultura  
Francisco António Porto Semedo Ciências Sociais e Políticas  
Francisco José Romão de Moura Agricultura  
Francisco Maria Oliveira Enes Sampaio Soares Advocacia  
João Florêncio Mimoso Duarte Comércio  
João Nuno de Figueiredo Ferreira Moniz Economia  
José Eduardo Gordo Fragoso Agricultura  
José Fernando da Mata Cáceres Agricultura  

topo

TERRITÓRIOS - Listagem de concelhos e freguesias
 
Concelho Freguesias

Arronches

Assunção; Esperança; Mosteiros

Campo Maior

N. Sra. Expectação; S. João Baptista; N. Sra. Da Graça de Degolados

Castelo de Vide

Stª. Maria da Devesa; Santiago Maior; S. João Baptista; N. Sra. Da Graça de Póvoa e Meadas

Crato

Aldeia da Mata; Crato e Mártires; Flor da Rosa; Gáfete; Monte da Pedra; Vale do Peso

Elvas

Ajuda, S. Salvador e Stº. Ildefonso; Alcáçova; Assunção; Barbacena; Caia e S. Pedro; Stª. Eulália; S. Brás e S. Lourenço; S. Vicente e Ventosa; Terrugem; Vila Boim; Vila Fernando

Marvão

Beirâ; Stª. Maria de Marvão; Stº. António das Areias; S. Salvador da Aramenha

Monforte

Assumar; Monforte; Stº. Aleixo; Vaiamonte

Nisa

Alpalhão; Amieira do Tejo; Arez; Espirito Santo; Montalvão; N. Sra. Da Graça; Santana; S. Matias; S. Simão; Tolosa

Portalegre

Alagoa; Alegrete; Carreiras; Fortios; Reguengo; Ribeira de Nisa; S. Julião; Urra

Sousel

Cano; Casa Branca; Stº. Amaro; Sousel

topo

ZONA DE INTERVENÇÃO - Descrição
Área:

3.695,79 km2

População:

74.909 habitantes

Densidade Populacional:

20,27 habitantes/km2

Localização Regional:

A Zona de Intervenção (ZI) do Leader compreende 10 dos 15 concelhos do Distrito de Portalegre, situa-se no extremo nordeste da região do Alentejo, confinando a Norte com o rio Tejo, a Este com a província espanhola da Estremadura, a Leste com os restantes concelhos do Distrito de Portalegre e a Sul com o Distrito de Évora.

Acessibilidades:

No que diz respeito à rede viária, a ZI é servida pela IP2, que serve de elo de ligação à A23 a Norte e à A6 a Sul, sendo que esta última ainda atravessa parte do Concelho de Elvas e serve de ligação entre Lisboa e Espanha. A rede ferroviária está bastante degradada e praticamente inactiva

Principais actividades económicas:

Cerca de um quarto (24,2%) das pessoas empregadas nos estabelecimentos da ZI trabalham em indústrias transformadoras, enquanto 9,7% estão nas actividades ligadas à agricultura, produção animal, caça e silvicultura. O sector terciário representa a restante fatia, sendo que é o comércio por grosso e retalho que tem maior peso representativo, seguindo-se a construção e o alojamento, restauração e similares.

Particularidades territoriais:

A ZI configura-se toda como uma área de transição que mantém alguns traços ecológicos comuns ao clima mediterrânico, mas onde é possível encontrar especificidades edáficas e faunísticas que contrastam com as regiões envolventes, fruto da presença da massa de relevo da Serra de São Mamede.

Potencialidades económicas, sociais e culturais:

Número considerável de produtos já protegidos e em vias de protecção, bem como o peso considerável das diversas raças autóctones. Boas condições naturais para a actividade pecuária e agrícola. Património arquitectónico rico e preservado. Património cultural diversificado. Existência de recursos termais diversificados e de grande qualidade. Gastronomia rica e variada. Excelência ambiental. Candidatura da vila de Marvão a Património da Humanidade.

topo

Plano de Desenvolvimento Local

Tema  Federador e Estratégia Local:

VALORIZAÇÃO DOS PRODUTOS LOCAIS A estratégia local é o desenvolvimento de medidas colectivas que facilitem o acesso das pequenas estruturas de produção aos mercados, contribuindo para o aumento da capacidade produtiva da Zona de Intervenção (ZI), nas suas várias vertentes - agrícola, agro-industrial, turística, artesanal, etc.

Objectivos gerais e específicos:

Promover a utilização dos recursos endógenos e/ou específicos da ZI, incluindo os de índole não material, como sejam o ambiente, o património natural, a gastronomia, etc., como forma de aumentar a capacidade produtiva do território, designadamente através do reforço do associativismo e do partenariato e do recurso às novas tecnologias de informação. Promover a valorização de tais recursos em toda a fileira, desde a produção, à transformação e comercialização favorecendo a interacção entre os diversos sectores de actividade. Promover a manutenção e a criação de emprego, designadamente de jovens e mulheres, como forma de aumentar o nível de bem estar social e económico e de combater a desertificação humana.

Medidas e sub-medidas:

1. INVESTIMENTOS
1.1 INVESTIMENTOS EM INFRA-ESTRUTURAS
Apoio a investimentos em infra-estruturas de natureza económica, social, cultural ou desportiva, destinados a servir a população em geral ou uma parte específica da população.
1.2. APOIO A ACTIVIDADES PRODUTIVAS
Apoio a investimentos corpóreos por agentes económicos privados com finalidade produtiva que tenham como objectivo, designadamente, a melhoria e o aumento da capacidade de oferta de produtos e serviços da região, nas diversas áreas, como sejam a área agrícola, silvícola e pecuária, actividade transformadora (em especial de produtos alimentares de qualidade), turismo, serviços, artesanato, restauração, comércio tradicional, novas tecnologias de informação e comunicação, ambiente e segurança alimentar.
1.3. OUTRAS ACÇÕES MATERIAIS
Apoio a investimentos de natureza corpórea, em equipamentos e pequenas obras, com vista a reforçar a capacidade de intervenção de entidades sem fins lucrativos ou de entidades que coloquem em comum meios de produção ou comercialização, nas áreas económica, social, cultural ou desportiva, com o objectivo de servir a população em geral ou uma parte específica dessa população.

2. ACÇÕES IMATERIAIS
2.1. FORMAÇÃO PROFISSIONAL
Realização de acções de formação específica para as áreas da produção, qualificação e promoção dos produtos de qualidade e da segurança alimentar, não previstas em outros programas nacionais ou comunitários.
2.2. OUTRAS ACÇÕES IMATERIAIS
Investimentos de natureza não corpórea, designadamente os relativos à melhoria da produtividade, à qualificação e promoção dos produtos e serviços da ZI bem como da própria ZI e ainda os relativos à animação para o desenvolvimento, protecção ambiental e melhoria da segurança alimentar. Apoio a investimentos com vista à colocação em comum de serviços relacionados com as áreas acima enunciadas.

4. DESPESAS DE FUNCIONAMENTO DO GAL
Dotação do GAL com a capacidade técnica e de gestão necessária à correcta execução do PDL, incluindo a sua divulgação e avaliação.

topo

Plano Financeiro Global

Unidade: euros

Medidas/Submedidas Custo
Total
Despesas Públicas Privados
Total FEOGA Recursos Públicos Nacionais
Total MADRP Reg/Aut Outros
  (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8)
1. Investimentos 2.647.386 1.748.164 1.313.073 435.091 288.173 108.531 38.387 899.222
1.1 Inv. em infra-estruturas 767.734 690.961 575.801 115.160 0 76.773 38.387 76.773
1.2 Apoio a Act. Produtivas 1.562.076 834.900 546.727 288.173 288.173 0 0 727.176
1.3 Outras Acções Materiais 317.576 222.303 190.545 31.758 0 31.758 0 95.273
2. Acções Imateriais 1.081.893 1.010.378 811.420 198.958 90.769 103.201 4.988 71.515
2.1 Formação Profissional 99.760 94.772 74.820 19.952 9.976 4.988 4.988 4.988
2.2 Outras Ac. Imateriais 982.133 915.606 736.600 179.006 80.793 98.213 0 66.527
3. Aquis. de Competências 0 0 0 0 0 0 0 0
4. Desp. de Funcionamento 658.108 658.108 493.581 164.527 164.527 0 0 0
4.1 Recursos Humanos 478.541 478.541 358.906 119.635 119.635 0 0 0
4.2 Informação e Publicidade 14.964 14.964 11.223 3.741 3.741 0 0 0
4.3 Sistema de Informação 7.482 7.482 5.611 1.871 1.871 0 0 0
4.4 Avaliação 7.482 7.482 5.611 1.871 1.871 0 0 0
4.5 Móveis e Equipamento 149.639 149.639 112.230 37.409 37.409 0 0 0
4.6 Outras 0 0 0 0 0 0 0 0
TOTAL 4.387.387 3.416.650 2.618.074 798.576 543.469 211.732 43.375 970.737

topo